Categoria: Legal English
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Contratos: eles merecem sua atenção!
O mundo parou diante do Covid-19. Mas as relações contratuais não. O nosso cotidiano está cheio de relações contratuais seja consumerista, cíveis ou trabalhistas. O pacto sunt servanda está sendo difícil de ser cumprido nesse momento. Afinal, vários pactos foram firmados numa circunstância e agora manter esses sem violar a contratualidade será difícil para os…
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Mudança
“A change is as good as a Holiday” foi o ditado citado por uma grande amiga Sul-Africana que tentava me consolar enquanto ouvia minhas queixas sobre transformações no ambiente de trabalho. Bom, certamente, eu adoro férias. Nenhuma dúvida acerca disto. Mudanças? Daí eu já não sei. Na verdade, sei sim: eu as odeio. Profundamente. Afinal,…
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Curso: Novas Técnicas de Escrita Jurídica
Novas Técnicas de Escrita Jurídica propõe uma nova maneira de praticar o direito. Obtenha agora mesmo o Curso: Novas Técnicas de Escrita Jurídica e receba o livro impresso do autor em sua casa. O livro e o Curso Novas Técnicas de Escrita Jurídica se apresenta como um divisor de águas na literatura jurídica brasileira. Ele objetiva desenvolver…
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A má fama da escrita jurídica.
Essa história não é baseada em fatos reais. É de fato uma passagem do que aconteceu comigo no início de janeiro, precisamente no recesso forense. Conversando com um conhecido, ele de exatas, eu de humanas, falando sobre nossas atuais profissões chegamos no seguinte diálogo: – Vocês (advogados) têm muita palavra técnica né? – Sim… pensei comigo “como explicar que o juiz é incompetente?!”. São palavras bem especificas do próprio curso. Eis que surge a seguinte colocação: – Pois é, vocês enrolam demais, ficam colocando um monte de palavra para aumentar o texto… como que fala isso? – O que????? Como assim? – fiquei indignada. – Sim, vocês usam aqueles termos técnicos só pra aumentar texto, como se fala isso? Eu parei por um instante para entender o que ele queria falar. Estava indignada por ele falar isso e não estava entendendo onde ele queria chegar. Mas aí, apareceu a seguinte palavra: juridiquês! Tudo bem; eu entendi o que ele queria falar e porque ele estava falando isso. E não pude julgar, afinal, quantos advogados ainda têm esse hábito? Usam tantos termos arcaicos, parágrafos longos e expressões em latim – o que poderia ser resumido em apenas algumas linhas, de forma direta e objetiva. Ocorre que esse tipo de escrita não cabe mais na nossa realidade. E não estamos falando em reduzir contratos e torna-los menores em relação ao conteúdo que são essenciais, mas a forma como é escrito. É preciso entender que os contratos, normalmente, são direcionados a pessoas leigas que só querem terem a relação pré-estabelecida formalizada – apenas isso! Em contrapartida, surgem iniciativas de romper esse modelo. E uma delas, sem sombra de dúvidas, é o livro de Novas Técnicas de Escrita Jurídica, do professor Thiago Calmon. O que foi um alívio: logo após esse diálogo, em poucos dias, chegou no escritório esse livro e assim ofereceu um argumento contra a essa (má) fama da escrita jurídica – proporcionando escritas práticas e dinâmicas. Dra. Samanta Calegari
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Curso de Inglês Jurídico: Company Law
O Instituto de Inglês Jurídico apresenta pelo terceiro ano consecutivo o Curso de Inglês Jurídico: Company Law com o Prof. Thiago Gomes Calmon. O foco principal do Curso está em Change in Formation, Securities, and M&A. Durante todo o Curso será apresentada a linguagem do Legal and Business English relativa aos temas mais importantes do…
